sábado, 6 de junho de 2009

Eleições Europeias 2009

E está prestes a chegar mais um Domingo à moda antiga, só que agora não vou pela mão dos meus pais às mesas de voto. Aprendi há uns anos a ser autónomo e dirigir-me lá sozinho...

Dada a mais que provável alta taxa de abstenção, há quem defenda a idade mínima de voto aos 16 anos. As vozes do contra dizem que “é muito novo e pode não saber”, mas, e quem ocupa os cargos sujeitos a votos, sabe como desempenhá-los? Mesmo não sendo novos?
Se alguém que não sabe pode exercer cargos de extrema importância, então alguém que não sabe pode votar. Afinal é só colocar uma cruz num papel, independentemente do quadrado utilizado, uma vez que a nossa classe política está podre, não se recomenda e não mostra sinais de querer melhorar, o que faz com que votar num ou noutro seja exactamente a mesma coisa... O Povo é que se lixa sempre!

Nas últimas semanas de campanha tenho assistido a debates onde meia dúzia de cromos se insulta a toda a hora, são piores que os putos da primária, sempre a fazer queixinhas uns dos outros e porque o António fez isto e o Manel fez aquilo, mas esquecem-se do mais importante, que são as questões básicas para a vida das pessoas que não têm um dos melhores empregos do mundo (ser político), e não se podem dar ao luxo de não fazer nenhum, prejudicar constantemente os seus representados e mesmo assim ter ordenados chorudos, já para não falar nos extras.

Eu cá sou apologista do direito ao voto apartir do momento que se inicia a carreira escolar, e sim, refiro-me à escola primária. Afinal não é preciso ter noções de ideais políticos, basta apenas perceber quem consegue safar-se melhor das queixas dos outros, e iso qualquer miúdo de cinco anos sabe fazer.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Sr. de Matosinhos

Ao longe ouço peças conhecidas, que me trazem à memória filmes, noites de outros tempos e até mesmo momentos de glória futebolística.

Pena tenho que não haja grande divulgação em sites da especialidade e mais ainda por não ter tido memória suficiente, para gravar o grande espectáculo que a Banda Marcial da Foz do Douro - Filarmónica do Porto deu no coreto do parque da Câmara Municipal de Matosinhos.

Incultos os que se colaram aos índios, que com o seu espectáculo de vestuário, enganam o próximo com os seus temas em playback.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

ALERTA AMARELO

Os sininhos tocam...




É um aviso! Sai daí...

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Sou aproveitador

Pico em post alheio e lanço uma pergunta pertinente.








Se uma embalagem destas...









É MAIS BARATA







que um estúpido morango de madeira como este...








PORQUE RAIO NÃO USAMOS SENSES MELANCIA DENTRO DO NOSSO CARRO?

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Há coisas fantásticas...

Pensava eu que já tinha esquecido, mas o "pobo" diz uma grande verdade...

É como andar de bicicleta... Nunca se esquece! :)

PRECISO DOOOOOORMIIIIIIIR!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Sabe bem...

Perceber que a experiência permite-nos dar os conselhos certos.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

No escritório...

Ano novo, vida nova...



TOALHA VELHA!

sábado, 10 de janeiro de 2009

Pela manhã...

Abro os olhos na escuridão, corro as "réguas" para deixar entrar a luz, pego no comando instintivamente para me actualizar e, eis que ouço:

"a neve gelou..."

Foi como se me atirassem um balde de gelo nevado em estado líquido...

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Genial...

Escrever assim não é para todos:

"How she easily come, how she easy go,
Please don't tell her that i've been meaning to miss her... Because i don't,
Not for her, is not that a man to forgive, forget, what i say...
That i'm crazy like the rest of us, but i'm crazier when i'm next to her..."


by Jason Mraz in Please don't tell her

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Crise Mundial

Ouço, leio, verifico, lamento e chego a uma conclusão:

A crise mundial não é económica, mas sim de valores. Não em Euros, Dolares ou Libras, mas simplesmente morais.

Notícias como a de uma funcionária bancária que desviou cerca de € 30.000, quando aquele valor se destinava ao "simples" pagamento dos tratamentos de uma criança com cancro, um ex-funcionário de um banco muito falado nos últimos tempos, que tentou extorquir dinheiro a essa mesma instituição como forma de pagar o seu silêncio, de aumentos salariais na ordem dos 2%/3%, quando o custo de vida aumenta incontrolavelmente e não há organismo estatal nenhum que se sente a conversar sobre isso, de manifestações e greves por tudo e por nada, de guerras por questões étnicas ou religiosas, devido às quais morrem centenas de milhares de inocentes (podia tar aqui dias a fio a enumerar as mais variadas situações), fazem-me muitas vezes questionar o que raio ando eu a fazer por aqui...

O mundo só pode tar gravemente louco e ainda reclamam os psicólogos que não conseguem arranjar trabalho (Eu sei que não conseguem, porque simplesmente os que andam tolos não admitem que precisam de tratamento).

O mundo está mergulhado na hipocrisia, na falsidade, no engano, no egoísmo, na falta de respeito pelo próximo, no puro interesse, no materialismo e na falta de carácter. Regra geral olha-se para o próprio umbigo e só depois vemos o que nos rodeia e ninguém repara ou admite que esta atitude devia ser a excepção. Já não se trata de um simples problema de mentalidades ou educação, pois todos temos dois dedos de testa para perceber quando algo está mal, principalmente, quando somos nós próprios a provocá-lo.

Todos os que nos rodeiam são assim, e nessa palete incluo amigos, namorada(o), mulher, marido e até a própria família. Já ninguém tem os tomates no sítio para encarar e admitir seja o que for, escusando-se sempre com situações do arco da velha.

Honestamente TOU FARTO e já não é com um saco de boxe virtual que me sinto melhor, são necessárias atitudes e das verdadeiras, executadas com honestidade e humildade, tendo consciência dos nossos actos, tendo a capacidade de olhar para nós sem descurar a posição dos outros, principalmente daqueles que dizemos à boca cheia que são muito importantes na nossa vida.
A importância não se desvanece de um momento para o outro, e se todos pensarmos um pouco nisso, saberemos sempre qual a melhor forma de actuar, sem sermos altruísticamente narcisistas.

Regra geral podem dizer que se trata de um texto de revolta com o mundo, que terei que aceitar, mas todos os dias faço por ser uma excepção, e se houver quem diga que tenho razão, eu respondo:

Que se foda a razão, pois tudo o que quero é ser feliz. Quem quiser que se encoste a mim...


P.S.: Este texto ressalva todas as excepções à regra geral dos dias de hoje...