E está prestes a chegar mais um Domingo à moda antiga, só que agora não vou pela mão dos meus pais às mesas de voto. Aprendi há uns anos a ser autónomo e dirigir-me lá sozinho...
Dada a mais que provável alta taxa de abstenção, há quem defenda a idade mínima de voto aos 16 anos. As vozes do contra dizem que “é muito novo e pode não saber”, mas, e quem ocupa os cargos sujeitos a votos, sabe como desempenhá-los? Mesmo não sendo novos?
Se alguém que não sabe pode exercer cargos de extrema importância, então alguém que não sabe pode votar. Afinal é só colocar uma cruz num papel, independentemente do quadrado utilizado, uma vez que a nossa classe política está podre, não se recomenda e não mostra sinais de querer melhorar, o que faz com que votar num ou noutro seja exactamente a mesma coisa... O Povo é que se lixa sempre!
Nas últimas semanas de campanha tenho assistido a debates onde meia dúzia de cromos se insulta a toda a hora, são piores que os putos da primária, sempre a fazer queixinhas uns dos outros e porque o António fez isto e o Manel fez aquilo, mas esquecem-se do mais importante, que são as questões básicas para a vida das pessoas que não têm um dos melhores empregos do mundo (ser político), e não se podem dar ao luxo de não fazer nenhum, prejudicar constantemente os seus representados e mesmo assim ter ordenados chorudos, já para não falar nos extras.
Eu cá sou apologista do direito ao voto apartir do momento que se inicia a carreira escolar, e sim, refiro-me à escola primária. Afinal não é preciso ter noções de ideais políticos, basta apenas perceber quem consegue safar-se melhor das queixas dos outros, e iso qualquer miúdo de cinco anos sabe fazer.
sábado, 6 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
Sr. de Matosinhos
Ao longe ouço peças conhecidas, que me trazem à memória filmes, noites de outros tempos e até mesmo momentos de glória futebolística.
Pena tenho que não haja grande divulgação em sites da especialidade e mais ainda por não ter tido memória suficiente, para gravar o grande espectáculo que a Banda Marcial da Foz do Douro - Filarmónica do Porto deu no coreto do parque da Câmara Municipal de Matosinhos.
Incultos os que se colaram aos índios, que com o seu espectáculo de vestuário, enganam o próximo com os seus temas em playback.
Pena tenho que não haja grande divulgação em sites da especialidade e mais ainda por não ter tido memória suficiente, para gravar o grande espectáculo que a Banda Marcial da Foz do Douro - Filarmónica do Porto deu no coreto do parque da Câmara Municipal de Matosinhos.
Incultos os que se colaram aos índios, que com o seu espectáculo de vestuário, enganam o próximo com os seus temas em playback.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Sou aproveitador
Pico em post alheio e lanço uma pergunta pertinente.

Se uma embalagem destas...
É MAIS BARATA

que um estúpido morango de madeira como este...

Se uma embalagem destas...
É MAIS BARATA

que um estúpido morango de madeira como este...
PORQUE RAIO NÃO USAMOS SENSES MELANCIA DENTRO DO NOSSO CARRO?
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Há coisas fantásticas...
Pensava eu que já tinha esquecido, mas o "pobo" diz uma grande verdade...
É como andar de bicicleta... Nunca se esquece! :)
PRECISO DOOOOOORMIIIIIIIR!
É como andar de bicicleta... Nunca se esquece! :)
PRECISO DOOOOOORMIIIIIIIR!
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
sábado, 10 de janeiro de 2009
Pela manhã...
Abro os olhos na escuridão, corro as "réguas" para deixar entrar a luz, pego no comando instintivamente para me actualizar e, eis que ouço:
"a neve gelou..."
Foi como se me atirassem um balde de gelo nevado em estado líquido...
"a neve gelou..."
Foi como se me atirassem um balde de gelo nevado em estado líquido...
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Genial...
Escrever assim não é para todos:
"How she easily come, how she easy go,
Please don't tell her that i've been meaning to miss her... Because i don't,
Not for her, is not that a man to forgive, forget, what i say...
That i'm crazy like the rest of us, but i'm crazier when i'm next to her..."
by Jason Mraz in Please don't tell her
"How she easily come, how she easy go,
Please don't tell her that i've been meaning to miss her... Because i don't,
Not for her, is not that a man to forgive, forget, what i say...
That i'm crazy like the rest of us, but i'm crazier when i'm next to her..."
by Jason Mraz in Please don't tell her
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Crise Mundial
Ouço, leio, verifico, lamento e chego a uma conclusão:
A crise mundial não é económica, mas sim de valores. Não em Euros, Dolares ou Libras, mas simplesmente morais.
Notícias como a de uma funcionária bancária que desviou cerca de € 30.000, quando aquele valor se destinava ao "simples" pagamento dos tratamentos de uma criança com cancro, um ex-funcionário de um banco muito falado nos últimos tempos, que tentou extorquir dinheiro a essa mesma instituição como forma de pagar o seu silêncio, de aumentos salariais na ordem dos 2%/3%, quando o custo de vida aumenta incontrolavelmente e não há organismo estatal nenhum que se sente a conversar sobre isso, de manifestações e greves por tudo e por nada, de guerras por questões étnicas ou religiosas, devido às quais morrem centenas de milhares de inocentes (podia tar aqui dias a fio a enumerar as mais variadas situações), fazem-me muitas vezes questionar o que raio ando eu a fazer por aqui...
O mundo só pode tar gravemente louco e ainda reclamam os psicólogos que não conseguem arranjar trabalho (Eu sei que não conseguem, porque simplesmente os que andam tolos não admitem que precisam de tratamento).
O mundo está mergulhado na hipocrisia, na falsidade, no engano, no egoísmo, na falta de respeito pelo próximo, no puro interesse, no materialismo e na falta de carácter. Regra geral olha-se para o próprio umbigo e só depois vemos o que nos rodeia e ninguém repara ou admite que esta atitude devia ser a excepção. Já não se trata de um simples problema de mentalidades ou educação, pois todos temos dois dedos de testa para perceber quando algo está mal, principalmente, quando somos nós próprios a provocá-lo.
Todos os que nos rodeiam são assim, e nessa palete incluo amigos, namorada(o), mulher, marido e até a própria família. Já ninguém tem os tomates no sítio para encarar e admitir seja o que for, escusando-se sempre com situações do arco da velha.
Honestamente TOU FARTO e já não é com um saco de boxe virtual que me sinto melhor, são necessárias atitudes e das verdadeiras, executadas com honestidade e humildade, tendo consciência dos nossos actos, tendo a capacidade de olhar para nós sem descurar a posição dos outros, principalmente daqueles que dizemos à boca cheia que são muito importantes na nossa vida.
A importância não se desvanece de um momento para o outro, e se todos pensarmos um pouco nisso, saberemos sempre qual a melhor forma de actuar, sem sermos altruísticamente narcisistas.
Regra geral podem dizer que se trata de um texto de revolta com o mundo, que terei que aceitar, mas todos os dias faço por ser uma excepção, e se houver quem diga que tenho razão, eu respondo:
Que se foda a razão, pois tudo o que quero é ser feliz. Quem quiser que se encoste a mim...
P.S.: Este texto ressalva todas as excepções à regra geral dos dias de hoje...
A crise mundial não é económica, mas sim de valores. Não em Euros, Dolares ou Libras, mas simplesmente morais.
Notícias como a de uma funcionária bancária que desviou cerca de € 30.000, quando aquele valor se destinava ao "simples" pagamento dos tratamentos de uma criança com cancro, um ex-funcionário de um banco muito falado nos últimos tempos, que tentou extorquir dinheiro a essa mesma instituição como forma de pagar o seu silêncio, de aumentos salariais na ordem dos 2%/3%, quando o custo de vida aumenta incontrolavelmente e não há organismo estatal nenhum que se sente a conversar sobre isso, de manifestações e greves por tudo e por nada, de guerras por questões étnicas ou religiosas, devido às quais morrem centenas de milhares de inocentes (podia tar aqui dias a fio a enumerar as mais variadas situações), fazem-me muitas vezes questionar o que raio ando eu a fazer por aqui...
O mundo só pode tar gravemente louco e ainda reclamam os psicólogos que não conseguem arranjar trabalho (Eu sei que não conseguem, porque simplesmente os que andam tolos não admitem que precisam de tratamento).
O mundo está mergulhado na hipocrisia, na falsidade, no engano, no egoísmo, na falta de respeito pelo próximo, no puro interesse, no materialismo e na falta de carácter. Regra geral olha-se para o próprio umbigo e só depois vemos o que nos rodeia e ninguém repara ou admite que esta atitude devia ser a excepção. Já não se trata de um simples problema de mentalidades ou educação, pois todos temos dois dedos de testa para perceber quando algo está mal, principalmente, quando somos nós próprios a provocá-lo.
Todos os que nos rodeiam são assim, e nessa palete incluo amigos, namorada(o), mulher, marido e até a própria família. Já ninguém tem os tomates no sítio para encarar e admitir seja o que for, escusando-se sempre com situações do arco da velha.
Honestamente TOU FARTO e já não é com um saco de boxe virtual que me sinto melhor, são necessárias atitudes e das verdadeiras, executadas com honestidade e humildade, tendo consciência dos nossos actos, tendo a capacidade de olhar para nós sem descurar a posição dos outros, principalmente daqueles que dizemos à boca cheia que são muito importantes na nossa vida.
A importância não se desvanece de um momento para o outro, e se todos pensarmos um pouco nisso, saberemos sempre qual a melhor forma de actuar, sem sermos altruísticamente narcisistas.
Regra geral podem dizer que se trata de um texto de revolta com o mundo, que terei que aceitar, mas todos os dias faço por ser uma excepção, e se houver quem diga que tenho razão, eu respondo:
Que se foda a razão, pois tudo o que quero é ser feliz. Quem quiser que se encoste a mim...
P.S.: Este texto ressalva todas as excepções à regra geral dos dias de hoje...
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